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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Xandeco fala da importância do Plano Rural para Bela Vista



Em reunião no dia seis de julho do corrente ano na sede da prefeitura de Bela Vista, aconteceu à reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e Sustentável, no auditório da prefeitura, onde debateram diversos temas dentre eles a aprovação de planos e metas a ser implantada pelo município com o prazo até o ano de 2013, plano este que foi apresentado a todos os conselheiros, onde foram debatidos todos os tópicos e avaliado todas as propostas para a aprovação do mesmo.

O Plano foi desenvolvido por uma comissão, que realizaram três reuniões relevantes as quais discutiram e avaliaram as propostas que foram elaborados por técnicos da secretaria de Desenvolvimento Econômico Vânia Balta e Xandeco e Agraer Alice Aranda. O plano será executado pela prefeitura do município e acompanhado pelo Conselho, os quais deverão ter participação ativa.

O plano foi aprovado por unanimidade, na oportunidade foram debatidos diversos temas de interesse do Conselho. Também na oportunidade estavam presente representante do Grupo Vencedor, o qual se prontificou em adquirir a produção leiteira da cidade de Bela Vista, já que a empresa estará inaugurando mais uma unidade em Terenos, em breve, onde deverá industrializar mais de 1 milhão de litro de leite por dia.

A empresa deverá dar assistência técnica, acompanhamento da produção de leite, inclusive orientação na área da genética. O técnico Sérgio do Grupo Vencedor, falou da implantação do Balde Cheio, que está sendo implantado em todo o país e no MS está sendo desenvolvido pela Agraer e citou exemplos onde os produtores venceram barreiras e venceram todos os desafios.

O Programa Balde Cheio é uma metodologia inédita de transferência de tecnologia que contribui para o desenvolvimento da pecuária leiteira em propriedades familiares. Seu objetivo é capacitar profissionais de extensão rural e produtores, promover a troca de informações sobre as tecnologias aplicadas regionalmente e monitorar os impactos ambientais, econômicos e sociais, nos sistemas de produção que adotam as tecnologias propostas.
O vereador Xandeco, disse que e de fundamental importância, em colocar em prática metas para os próximos dois anos, principalmente de um plano elaborado com muita responsabilidade. “Agora sim posso afirmar que Bela Vista, tem de fato um plano, uma meta a ser determinando para o seu desenvolvimento”.

Segundo Xandeco e muito importante a realização do plano rural sustentável, pois nunca antes teve um plano para traçar o norte aos pequenos produtores rurais com propriedade abaixo de 250 hectares, isso e o nosso papel, trabalhar em beneficio da nossa comunidade, disse Xandeco.

Assessoria com informações de João Carlos Velásquez

Vereadores pedem médico legista para Bela Vista

Ademir Mendonça – Assessor de Imprensa

Os Vereadores belavistense fizeram indicação ao Secretário do Estado de Segurança Pública, Wantuir Francisco Brasil Jacini, solicitando um médico legista, para atendimento no município de Bela Vista.
Na Justificativa os vereadores destacaram que em vista a falta deste profissional, na ocorrência de óbito os corpos estão sendo deslocado para os municípios de Jardim ou Aquidauana, causando transtorno aos familiares, que fica aguardando a realização da otópicia para a liberação do corpo.

E uma realidade antiga que estamos enfrentado, a ausência de um profissional médico legista em Bela Vista. Velar os seus entes queridos tem sido cada vez mais difícil já que o corpo a ser necropsiado demoraria tempo demais no traslado até a cidade de Jardim ou Aquidauana, onde é realizado o exame. Recentemente, o corpo de um funcionario da prefeitura de Bela Vista teve que ser levado na cidade de Aquidauana para fazer o exame, com isso quase foi privado do ritual do velório em função da ausência de um médico legista na cidade.

Fato negativo neste sentido tem ocorrido com frequencia em Bela Vista e esse profissional requisitado serviria para acabar com esse tipo de problema.

A intervenção nesse sentido partiu dos vereadores belavistenses na ultina sessão ordinaria do legislativo. O que preocupa os vereadores e a demora na liberação do corpo por falta de um medico legista, foi citado varios fatos ocorrido com um moradores em Bela Vista.

A falta de médico legista em Bela Vista é uma antiga reivindicação da população através de seus representantes políticos e pode ser desta vez que a população será atendida. O pedido foi feito as autoridades administrativas do estado.

Os vereadores também afirmaram que a difícil situação enfrentada por falta estes profissionais e tem refletido diretamente no atendimento prestado quando familiares ou amigos que vem a óbito e necessitam dos procedimentos médicos dos legistas, enfrentando um longo período de espera e sofrimento no processo de liberação dos corpos de entes queridos.

Vereadores de Bela Vista apóiam greve de professores



Ademir Mendonça – Assessor de Imprensa

Em greve desde 04 de julho os professores da rede municipal de ensino de Bela Vista, encontraram nos vereadores Letizia Murano (PMDB), Maria Marly (PMDB), Dr. Zinho (PTB), Fabrizia Tinoco (PRB), Xandeco (PSDB) aliados favoráveis a manifestação e a cobrança do piso nacional. Na cidade as escolas estão paradas desde o último dia 04 e não há previsão de quando as aulas serão retomadas.

A vereadora, presidente da câmara Letizia Murano, que é professora, fez questão de demonstrar seu apoio a todos os professores que lutam pela melhoria de salário e condições de trabalho. “É vergonhoso o salário que os professores recebem. O prefeito Chico Maia tem de pagar o que foi determinado, mas em questão de salário. Ele não tem de aumentar vantagem e sim o piso”, declarou a vereadora.

Já a vereadora Marly pediu também compreensão dos pais e atenção do prefeito de Bela Vista com a classe. “Aproveito para pedir aos pais que compreendam a paralisação. É uma medida drástica, porém necessária. É a única forma de chamar atenção do prefeito de Bela Vista e conseguir as melhorias almejadas, e principalmente o pagamento do piso nacional”, concluiu.

Quem também pronunciou a respeito foi o vereador Xandeco. “Acredito que não só os professores da rede municipal deveriam receber aumentos e o pagamento do piso nacional, mas todos os funcionários municipal”. “O trabalho dessa classe é importante para a formação cultural e profissional de nosso país”, ressaltou o vereador.

O vereador Dr. Zinho também se pronunciou favorável à paralisação, e disse que conhece muito bem a luta dos professores, pois a sua mãe e educadora, se colocou a disposição dos professores e acredita que o prefeito de Bela Vista ira pagar o piso nacional, comentou Zinho.

A vereadora Fabrizia Tinoco, explica que o motivo da greve é o não cumprimento da lei federal 11.738/2008 que instituiu o piso salarial nacional. “Essa lei não esta sendo cumprida em Bela Vista, e isso pode destruir a carreira e também a educação pública”. Ela ainda completou “estou aqui para tentar mostrar a vocês que a greve em Bela Vista é por um motivo justo, que é cobrar uma lei federal. Em nome da categoria, dos pais e dos alunos, que eu peço a esse prefeito que pague o que e de direito, pois essa luta é pela educação pública, que não pode ser feita sem os educadores”, finalizou.

Secretário Educação fala na Câmara, mas não convence categoria

A secretária d educação de Bela Vista Carmina Brites comparece, na câmara municipal na ultima sessão do legislativo e não conceguiu convencer os vereadores e nem os professores que lotaram o plenário do Cine São Jose. O pedido para o comparecimento da secretaria partiu da vereadora Fabrizia Tinoco (PRB).
Para a diretora geral do Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de Maricá, Aline Simonassi, a Audiência Pública realizada nesta segunda-feira, dia 27 de junho, serviu apenas para comprovar o que a categoria já está cansada de saber.
“Nós sabemos que tem dinheiro, mas falta gestão e vontade de fazer por parte da secretaria de Educação e do prefeito Washington Quaquá”, disse Aline.
Durante as mais de quatro horas de Audiência Pública e com o Plenário lotado, o secretário de Educação se desculpou com a professora e integrante do sindicato, Michele Silva dos Santos, quando a mesma o perguntou quando os alunos da Casa da Criança de Itaipuaçu vão receber colchonetes. A revolta da professora foi expressa pela mesma quando o próprio secretário esteve na Creche e presenciou um aluno, de apenas 3 anos, dormindo num tatame e coberto por um pedaço de TNT (um tipo de tecido todo furadinho), devido à falta de colchonetes e lençóis.
Mas o absurdo e o descaso com a educação, segundo o próprio secretário, é a falta de tempo, sem contar os vândalos que frequentam os ambientes escolares. “Não tivemos tempo para fazer tudo. Encontramos uma situação muito difícil. A escola não é como nossa casa, tem 50, 500 pessoas destruindo por dia”, disse.
Por ter alegado anteriormente que não tinha conhecimento da pauta de reivindicações da categoria, o Sineduc entregou ao vereador e presidente da Audiência Pública, Uiltinho Viana, os ofícios encaminhados à secretaria de Educação com as propostas em questão.
A professora, Adriana Vicente, teve voz no plenário e não exitou em perguntar ao secretário Marcos Ribeiro como ela deve fazer para sobreviver com o salário que recebe. “Eu não vivo de utopias, eu vivo de salário. Todo mês tenho que escolher o que pagar”, completou.
O secretário disse ainda que o aumento será de 6% retroativo ao mês de maio, passando o piso para R$ 803,11, mas o mesmo reconhece que o valor é baixo e acarreta em problemas para o município.
“Precisamos pagar um salário competitivo sim. Nós perdemos professores a cada mês para outros municípios. O nosso salário está entre o intermediário e o baixo”, explicou.
Marcos Ribeiro não respondeu se a Prefeitura vai abrir concurso para professores ainda este ano. E ainda pediu paciência e disse que o tempo para colocar em prática ainda não acabou, mas para Aline Simonassi ainda resta uma dúvida.
“Se em dois anos e meio não houve tempo, como o secretário vai conseguir fazer tudo o que não fez em apenas um ano e meio?”, indagou a diretora geral do Sineduc